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Tiricos e catadão da Indy

Japinha da Ganassi só vai ver corrida pela TV

PEDROCK ROCK CITY – Depois de mais uma longa ausência, vamos voltar com tudo. E o post de hoje vai ser em pequenos pitacos de uma pá de coisa que aconteceu nesses dias de ausência. E vamos começar com a saída de Motegi do calendário em 2012. Eu gosto de Motegi, um oval diferente, com tipos de curvas diferentes. É muito mais desafiador. Mas entendo a retirada dessa pista. O horário é bem foda, além de o calendário estar se expandindo. É uma perda pra categoria, principalmente no que diz respeito à variedade de ovais.

Mas a saída de Motegi deve significar a volta de um outro oval bem peculiar. O de Phoenix. É o oval que mais gosto, pra dizer a verdade. E a pista vai passar por uma mega reforma — e uma mega mudança. Fico feliz com o ‘renascimento’ dessa pista e sua provável volta pra Indy, mas ficaria também se Motegi continuasse. E Iowa, chaaaaato, continua lá.

Falamos das pistas, agora vamos falar do mercado de pilotos, que anda meio movimentado. Vamos começar com essa história de que Wade Cunningham vai fazer quatro provas da Indy pela Sam Schmidt. Tem uma história muito boa sobre o Cunningham, de quando ele foi campeão da Lights, mas me abstenho a contar. Quem quiser saber é só mandar uma tuitada pro Victor Martins que ele conta com o maior prazer. É sério. E particularmente acho que demorou pra caramba pro neozelandês estrear na Indy. Um cara que vence em Indianápolis pela Lights por três anos merece uma chance.

Cunningham é tri em Indy, assim como Castroneves. Só que pela Lights

Já a inglesa Pippa Mann vai testar pela Conquest no oval do Texas. A equipe também conversa com Jean-Karl Vernay e Paul Tracy, mas não tem nada certo para a temporada. Tracy diz já ter o orçamente para as etapas canadenses e mais algumas provas, e que em breve deve conseguir a grana para competir durante toda a temporada. Não vi mais nada sobre o Vernay.

Outra coisa, essa que apareceu hoje, é que Simon Pagenaud negocia com várias equipes da Indy pra fazer algumas provas, se pá a temporada completa. Pagenaud é um baita piloto e desde os tempos da Champ Car já mostrava seu talento. Não conseguiu ir pra Indy quando ocorreu a ‘fusão’, e foi parar na ALMS, na equipe do Gil de Ferran. E nesse ano foi campeão da bagaça. É o terceiro francês ligado à categoria para 2011. Pagenaud é um piloto que me agrada muito. Além de uma pilotagem muito técnica, o cara manda bem na garagem. Entende muito da parte técnica dos carros. merece uma vaga na Indy.

Lucas di Grassi disse no programa Primeiro Tempo, no Bandsports, na manhã desta terça-feira, que pode participar da etapa de São Paulo da Indy. Não vejo o di Grassi como um piloto brilhante, longe disso, mas defendo sua ida pra Indy já tem uns dois anos. Seria uma boa pra ele, chutado da F1 e sem nada promissor em vista.

E tem uma provável parceira pra Foyt. A BAM, equipe que já correu na Nascar. A BAM-Foyt teria dois carros, ao invés do solo de Vitor Meira. A ver. Não mudaria muita coisa, pra dizer a verdade.

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