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Preview borgólica da Indy

PEDROCK ROCK CITY – Buenas. A temporada da Indy começa nesse final de semana, já que a etapa de St. Petersburg vai rolar domingo. E o grid, que tem 25 carros na etapa floridense, é muito forte. Vou fazer uma análise rápida aqui dos pilotos que participam dessa etapa. Lembrando que é uma análise opinativa e técnica. E corneteira. Também darei os palpites de Pai Borgo sobre essa etapa de abertura.

Hélio Castroneves — Único brasileiro com chances reais de vencer em 2011. E já pode ser em St. Pete. Castroneves já tem três vitórias em Indianápolis, mas nenhum título da Indy. O melhor ano para isso acontecer  é esse. Termina St. Pete na 2ª colocação.

John Robert Hildebrand — Quase certo que será o melhor novato do ano. A Panther é uma boa equipe e John Robert estará muitas vezes no Top10, beliscando alguns Top5. É o melhor dessa boa safra dos três últimos anos da Indy Lights. Termina St. Pete em 12º.

Takuma Sato —  A maior decepção em 2011. Foi bem nos testes em Barber, mas ele sempre foi bem nas classificações da Indy. Mas na hora de correr o bicho pega para o japa. Agora não tem o peso de brigar com (ou empurrar para) Ernesto José Viso pela (a) liderança dentro da equipe. Tony Kanaan já tem esse posto. Termina St. Pete na 23ª colocação.

Ryan Briscoe — Creio que 2011 seja a derradeira chance do australiano na Indy. Se não superar um de seus companheiros de Penske, adeus e até mais ver. Como crer nisso é algo feérico (é agora que Chico Luz tem um orgasmo), é quase certeza que Briscoe faz sua última temporada pela Penske. Em St. Pete termina na 4ª colocação.

Danica Patrick — Outra que acredito estar fazendo sua última temporada na Indy. A Nascar é o caminho natural para a moça. E nessa temporada, com uma Andretti alimentada pelo ego dos pilotos e baseada no que aprendeu no passado, pouca coisa poderá fazer. Mas uma pá de Top10 será algo natural. Em St. Pete termina na 16ª colocação.

Scott Dixon — Nunca tire Dixon da disputa. O cara é foda. Ainda o considero o melhor piloto da Indy. 2011 é um bom ano para recuperar terreno na Ganassi após o bi de Dario Franchitti. O cara é bom nos mistos e nos ovais e dificilmente sairá do Top5 na maioria das corridas. Em St. Pete termina na quinta colocação.

Dario Franchitti — Atual bicampeão da bagaça. Tem de tudo para conquistar o tri, o quarto título da Indy de sua carreira. É um dos fodões da categoria e a experiência, assim como em 2010, pode fazer a diferença novamente. Deve ganhar muitas corridas em 2011. Em St. Pete, vai ficar com a sexta colocação.

Will Power — Favorito master deste que vos bloga. Creio que vá dominar novamente nos mistos. E com certeza amadureceu muito nos ovais após as lições tiradas em 2010, já que a mais forte delas foi a perda do título na última prova, com um erro dele. Deve ser o campeão em 2011. Em St. Pete, vence a prova.

Vitor Meira — Aquilo de sempre. Se conseguir um Top5 estará no lucro. E não vai ser nesse ano que vai vencer sua primeira na Indy. É um coadjuvante  de luxo da categoria. Tem seu valor, mas não é o suficiente. E com a Foyt tem menos chances ainda. Em St. Pete, vai terminar a prova na 20ª colocação.

Rafael Matos — A AFS é uma equipe estreante, montada às pressas. Dificilmente vai conseguir algo acima do 23º lugar na classificação, mas pode calar a minha boca de forma monumental, assim como a FAZZT de Tagliani fez em 2010. Matos é um baita piloto, dos bons mesmo, e merece essa chance na Indy. Logo desencanta. Em St. Pete fica com a 18ª colocação.

James Jakes — Pois é. Um dos maiores refugos da história do automobilismo de base europeu chegou na Indy. E pela simpática Dale Coyne. Um ótimo substituto para a Milka Maravilla. Jakes é medíocre e vai brigar pra não ficar em último. Em St. Pete vai ficar com a 22ª colocação.

Sébastien Bourdais — Como é bom ver um piloto como o Bordel correndo na Indy. Esse cara até que demorou pra voltar aos seus domínios, agora mais expandidos. Mas o francês vai correr só nos mistos. Se pá as 500 Milhas e Vegas. Mas é isso. Não vai lutar por vitórias, mas só de vê-lo no grid já me deixa feliz. Em St. Pete, fica com a 11º colocação.

Justin Wilson — Um dos melhores pilotos da Indy, Justin Bieber Wilson vai continuar na mesma equipe por dois anos seguidos pela primeira vez desde sua chegada à categoria. O Pirulão, também conhecido como Quilômetro Parado, vai liderar a equipe novamente e tem tudo pra voltar a vencer uma corrida. Em St. Pete termina na sétima colocação.

Bia Figueiredo – É a primeira temporada completa da Bia. A chance de sua vida. Esse é um ano de afirmação para a bela moça, que tem talento, mas cometeu erros bobos em 2010, quando fez uma pá de corridas. Nada que uma temporada completa não a faça acumular experiência. Em St. Pete termina na 15ª colocação.

Marco Andretti —  Eis um piloto que nunca fez nada na Indy. Venceu com uma óbvia ordem de equipe, equipe do seu pai. E só. Piloto fraco e arrogante. Se fosse o piloto que acha que é, seria campeão da Indy, da F1 e da Nascar no mesmo ano. Com a saída de Kanaan, seria o líder natural do time, já que é o piloto que está mais tempo na Andretti. Mas não será. Vai correr na sombra dos acertos de Ryan Hunter-Reay.  Termina St. Pete na 19ª colocação.

Mike Conway — Voltou de um longo período parado, após grave acidente em Indianápolis, no ano passado. Trocou de equipe e foi parar no reduto dos Andretti. Mandou bem nos treinos de Barber e pode ser uma boa surpresa em 2011. Mas tem companheiros de equipe que podem estragar tudo isso. Em St. Pete fica com a oitava colocação.

Ryan Hunter-Reay — Um baita piloto, mas tá bem fodido em 2011. Vai ter de segurar a pica da Andretti sozinho. Conway pode ajudar, mas não será como era antes. Se conseguir bons resultados, merece ainda mais respeito de todo mundo. Em St. Pete termina na décima colocação.

Sebastian Saavedra — Muito boa praça. O colombiano até que foi bem na Lights e chega à categoria para sua primeira temporada completa. Conseguiu se classificar para as 500 Milhas de Indianápolis de 2010 na sorte, deixando Tracy para trás. Na disputa por uma vaga na Conquest em 2011, nova vitória do Tião em cima do rotundo canadense. Pode fazer boas corridas e beliscar uns Top10. Em St. Pete termina na 17ª colocação.

Graham Rahal — A melhor chance de mostrar todo o talento que tem. Graham foi para a Ganassinha, que é, mas não é a mesma Ganassi de Franchitti e Dixon. O garoto-prodígio dos estadunidenses pode sim vencer corridas em 2011, mas vai depender de uma dessas corridas malucas e cheias de incidentes. Em St. Pete termina na terceira colocação.

Ernesto José Viso — Viso é outra figura que a Indy precisa. O cara é um anão gente boa demais. Mas não tem muita habilidade no volante e comete muitos erros até que idiotas. Já faz tempinho que está na Indy e chegou a hora de mostrar maturidade. Senão nem o dinheiro da PDVSA consegue manter ele na bagaça. Em St. Pete fica na 13ª colocação.

Alex Tagliani — A equipe é nova, mas vencedora. Vinda da Lights, a Sam Schmidt parte para a temporada completa da Indy. Comprou a simpática FAZZT e vai fazer bonito em 2011. Tagliani é um cara que brilha com pouca coisa e vai mal com equipamento bom. Seu desempenho depende da equipe. Em St. Pete fica na 21ª colocação.

Simona de Silvestro — A suíça impressionou em 2010, seu ano de estreia. E a HVM acreditou na fofinha e deu uma nova temporada completa pra moça. Simona mandou bem nos mistos e foi mais ou menos nos ovais. 2011 pode trazer surpresas. Em St. Pete fica com a 25ª colocação.

Tony Kanaan — Vai para a temporada 2011, em suas próprias palavras, vivendo o sonho. Pela primeira vez em anos começará uma corrida sem peso nas costas. Kanaan vai se dar muito bem na KV, mas não de cara.Vai penar bastante no começo, mas logo engrena. Vez ou outra vai beliscar Top5s. Em St. Pete vai ficar com a nona colocação.

Charlie Kimball — Chega na Indy sem nunca ter ganho nada. É tipo o Jakes, só que com experiência nos ovais. Nem vou repetir a forma com que chegou na categoria pq vai parecer que estou pegando no pé do cabra. Vai ter um bom carro e vez ou outra vai ter bons resultados. E só. Em St. Pete fica com a 24ª colocação, após bater com Simona já na largada.

Oriol Servià —  O espanhol volta pra categoria. Feliz e com a Newman-Haas, casa por onde já morou, tem grande chance de fazer algumas corridas brilhantes. Experiente, maduro e inspirado, o catalão pode surpreender.  E pode ter James Hinchcliffe como companheiro de equipe, um baita piloto. Em St. Pete, termina na 14ª colocação.

É isso. Depois me cobrem os resultados. A pole também fica com o Power. E deu um puta trampo tratar e organizar essas fotos, então vocês são obrigados a gostar. Se não gostou, vai ler o blog do Bibendum.

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  1. Amanda
    25/03/2011 às 12:10

    Só tenho uma coisa a acrescentar: mentira que Marco Andretti nunca fez nada na Indy. Já vi alguns acidentes que foram causados por ele.

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